A linguagem não é neutra. Ela cria mundos, molda percepções, orienta práticas. No campo da demência, o modo como falamos pode reforçar estigmas ou abrir caminhos para a inclusão.
A Febraz – Federação Brasileira das Associações de Alzheimer apresenta o guia de linguagem inclusiva em demência, inédito no país, voltado à comunicação em todas as áreas — na saúde, na mídia, na educação, nas redes ou no cotidiano. Um material que reúne orientações, exemplos e inspirações para adotar palavras e imagens que respeitam a dignidade de cada pessoa, valorizam suas habilidades e promovem pertencimento.
O que você vai encontrar neste guia?
Reflexões sobre como a linguagem impacta a vida de quem vive com demência
Termos e expressões a evitar e alternativas mais respeitosas
Diretrizes práticas para uma comunicação mais inclusiva
Exemplos de representações visuais que acolhem (e as que excluem)
Recomendações para profissionais da saúde, mídia e educação
Um chamado à mudança de paradigmas no cuidado e na representação social da demência
Pequenas mudanças na forma de se comunicar podem ter um impacto profundo: aproximar em vez de afastar, incluir em vez de excluir, reconhecer em vez de apagar.